quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Seja Bem Vindo! :-)

Olá esse blog foi criado com o objetivo de contemplar os mais diversos assuntos ligados a área educacional. Aqui você encontra textos, imagens e links sobre a educação, além de conferir algumas criações minhas e pensamentos importantes de diferentes educadores.
Seja bem vindo a esse espaço! espero que aprecie e respeite pois educação é coisa.


Um grande abraço
Jéssica Maria






Pensamento...

"Os dias passam e nosso estilo de vida se concebe como um espelho perante nossos olhos. Há dia que compreendemos seus reflexos e outros que apagamos a luz de nossa consciência, negando ser o que somos e temendo nos transformar no que não gostamos.Assim é a vida, assim é a evolução! Até onde iremos ou até onde queremos realmente ir?”
Jéssica Maria
aluna de Pedagogia/ UNIRP e teatro/ UNB

PARÓDIA

Música original: "Para não dizer que não falei das flores"

Teclando e estudando e fazendo a lição
Somos todos iguais, lidando bem com o computador ou não.
Nas escolas, nas empresas, saúde, televisão.
As novas tecnologias estão presentes então...

Vem, vamos embora, que esperar não é saber,Quem sabe faz a hora, não espera acontecer
Vem, vamos embora, a informática é “vc”Muda até nossa linguagem, então podemos aprender.

No orkut, Skype, MSN ou blog
As pessoas se comunicam, cantam e se envolvem.
Possuímos programas de musicas e criação
É preciso cuidado com a reprodução.
Podemos com a internet nos relacionar
Tirar muitas duvidas, além de namorar.
Diminuindo as distancias as mídias estão
Então seguimos aprendendo e fazendo a lição

Vem, vamos embora, que esperar não é saber,Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.
Vem, vamos embora que a informática é “vc”Muda até nossa linguagem, então podemos aprender.

Por: Jessica Maria

Novas tecnologias na Educação



O impacto das Novas Tecnologias tem provocado mudanças na Educação, que não tarda a incorporar os últimos recursos tecnológicos direcionados ao setor. Dessa forma, a integração de novas mídias como televisão e Internet não é mais novidade estranha à sala de aula. Pelo contrário, contribui para a criação de novas estratégias de ensino, aprendizagem e auto-capacitação.É possível dizer que a tecnologia auxilia na educação, porém não podemos esquecer o papel do educador nesse processo. A televisão, a internet, o computador em si, trazem muitas coisas boas, mas também, por outro lado, informações inaproveitáveis e de difícil interpretação.O papel do educador surge neste aspecto como facilitador, mediador entre as informações e os alunos, sendo um auxílio para que eles cheguem até o conhecimento científico, ultrapassando o senso comum. Como afirma Veiga:É preciso evoluir para se progredir, e a aplicação da informática desenvolve os assuntos com metodologia alternativa, o que muitas vezes auxilia o processo de aprendizagem. O papel então dos professores não é apenas o de transmitir informações, é o de facilitador, mediador da construção do conhecimento. Então, o computador passa a ser o ‘aliado’ do professor na aprendizagem, propiciando transformações no ambiente de aprender e questionando as formas de ensinar ( 2001, p.2).Diante desse quadro, é possível defendermos a utilização da informática como recurso pedagógico, tanto da internet, para a realização de pesquisas direcionadas pelo educador e para a comunicação por meio de e-mails, quanto no uso de softwares educacionais de diversos gêneros.

Disponível em:http://www.crmariocovas.sp.gov.br/edt_l.php?t=001

TEMAS IMPORTANTES

Nesse espaço você poderá pesquisar os mais diferentes assuntos ligados a educação através de links.

Evasão escolar e repetência :
http://www2.fpa.org.br/portal/modules/news/article.php?storyid=2631

http://video.globo.com/Videos/Player/Entretenimento/0,,GIM877943-7822-AMIGOS+DA+ESCOLA+EVASAO+ESCOLAR,00.html

http://www.anped.org.br/reunioes/25/lucileidedomingosqueirozt13.rtf

O papel da família na educação:
http://pt.oboulo.com/o-papel-da-familia-na-aprendizagem-22205.html

http://www.scielo.br/pdf/cp/n110/n110a06.pdf

Escola de Tempo Integral:
http://www.crmariocovas.sp.gov.br/etm_l.php?t=001

http://tempointegral.edunet.sp.gov.br/

ARTE DE ENSINAR MATEMATICA

Para refletir...

Ensinar matemática é fácil
Ser professor de matemática também é fácil
Difícil é ser um educador matemático
Difícil é compreender o que se aprende e porque se aprende
É fácil quantificar o que o aluno acertou (ou errou)
Difícil é qualificar a sua aprendizagem
A beleza, por vezes, se encontra na simplicidade, naquilo que é fácil
Mas existe beleza também no difícil, no multicolorido, no extremo, no complexo
Para o homem, o prazer de solucionar um desafio é proporcional a sua complexidade

Ricardo de Souza

A violência, a escola e você

Por Luis Carlos de Menezes
Revista Nova Escola - 08/2007

A onda de violência que atinge escolas no Brasil também é vista em outras partes do mundo. Nos últimos tempos, casos de jovens assassinados em nossas escolas se alternam com notícias de matanças múltiplas em colégios norte-americanos. Mais recentemente, no intervalo de poucos dias, sucederam-se notícias de agressões em que uma professora teve os dentes quebrados, outra teve um dedo decepado, outra ainda os cabelos queimados - e um professor foi morto a tiros.
Nessas horas me vem à mente a lembrança de um amigo de grande sabedoria e humanismo, cuja capacidade de esperança permitia enxergar além do imediato e vislumbrar saídas. Há pouco mais de dez anos, eu o ouvi pela última vez, pelo rádio, entrevistado justamente sobre a violência, que já se agravava. Paulo Freire parecia perplexo, pois a escola era para ele um cenário em que os conflitos são tratados, mas em nenhuma hipótese com agressões. Ao escrever agora sobre esse tema, lembro que meu velho amigo morreu antes que pudéssemos voltar a conversar e reconheço que preciso recuperar a sintonia com minhas heranças humanistas para propor ações em que a dimensão pedagógica se sobreponha à repressiva.
Sabemos que nenhuma escola é uma ilha, mas parte da sociedade. E no nosso caso essa sociedade tem-se embrutecido de forma espantosa. O roubo, o tráfico, a corrupção, o desrespeito e o preconceito levam a atos violentos e criminosos. Para recompor valores deteriorados e conseguir preparar os jovens para a vida, a escola não pode ignorar a violência em suas próprias práticas e precisa trazer as questões do mundo para a sala de aula.
Alunos agredidos, livros roubados, alunas assediadas, funcionários humilhados, ofensas entre professores e alunos. Todos esses são exemplos de situações internas à escola que precisam ser enfrentadas com a mesma firmeza com que debatemos a violência do mundo em geral. Do contrário, nosso papel formador não será cumprido. Tudo no ambiente escolar tem caráter pedagógico. Compreender como o abuso do álcool ameaça quem está ao volante (e também quem está nas ruas e no convívio doméstico), desenvolver projetos que mostrem como a intolerância, a injustiça e o preconceito resultam em violência (tanto entre nações como entre pessoas), estabelecer paralelos entre o que se vive na escola e o que se vê fora dela são apenas alguns exemplos de como não fugir dessa difícil questão.
Numa sociedade violenta, a escola deve se contrapor abertamente à cultura de agressões. Acredito que as situações que dizem respeito a questões internas devem ser tratadas nos conselhos de classe, identificando responsabilidades, garantindo reparações e promovendo formação. Mas a atitude firme contra a violência deve antecipar-se aos fatos como parte do projeto educativo. Turmas de alunos e novos professores devem ser recebidos a cada ano com um diálogo de compromisso, que apresente e aperfeiçoe as regras de convívio, para que não se desrespeitem os mestres em seu trabalho nem os jovens em seu aprendizado. Como meios e fins devem ser compatíveis, são necessários tempo e instalações, especialmente previstos para o convívio, pois quem é tratado como gado ou fera, enquadrado em carteiras perfiladas ou coletivamente abandonado em pátios áridos, mais facilmente vai se comportar como gado ou fera.

Luis Carlos de Menezes, físico e educador da USP, propõe que a escola trate explicitamente da violência para conseguir realizar sua função social.

Disponível em: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/educacao/conteudo_246452.shtml